domingo, 23 de novembro de 2008

SEMANA DAS ILUSTRAÇÕES


Às vezes paro pra meditar em algumas ilustrações que trazem informações e reflexões que procuro aplicar ao meu cotidiano , pois no decorrer da caminhada cristã os tropeços, as decisões mal concebidas nos fazem desabar em frustrações e pensamos que Deus não esta no processo em que nos encontramos . No ministério a mim proposto tenho deparado com muitas pessoas decepcionadas, desanimadas, desesperadas , inconformadas, decepções amorosas , amizades infidelíssimas, calúnias, difamações e ções, ções... dificuldades imensas nas variadas esferas do convívio humano chegando a se zangar com o próprio Deus. Espero que o seu caso não seja este em demasia , mas se esta vivendo circunstâncias semelhantes espero que nesta semana eu possa estar lhe ajudando. Veja alguns vídeos que considero valiosíssimos.O pastor Pr. Juanribe Pagliarin da Comunidade Paz e Vida trará nestes vídeos ilustrações muito edificantes, considero o referido pastor um dos melhores nesta técnica se podemos assim dizer , com muita unção , com certeza te ajudará neste caminhar, e te levará a ter uma vida mais prazerosa na presença deste Deus de amor que você serve .

É só clicar ao lado e ser edificado.

Pastor Isaias Gomes

ILUSTRAÇÕES QUE EDIFICAM

MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UM SOCO

Conta uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, em um determinado ponto da viagem, começaram a discutir tanto que um acabou dando um soco no rosto do outro.

O que foi agredido, sem nada dizer, escreveu na areia: HOJE, MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UM SOCO NO ROSTO.

Mesmo ressentidos, seguiram viagem juntos e chegaram a um oásis. Enquanto se banhava num dos poços, o que havia levado o soco começou a se afogar, mas, foi salvo pelo amigo.

Ao se recuperar pegou um estilete e escreveu numa pedra: HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA!


Quando um amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar; porém quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar.


Fiéis são as feridas dum amigo;
mas os beijos dum inimigo são enganosos.

Provérbios 27.6


FONTE: Autor desconhecido.
Extraído do livro: Textos Selecionados, elaborado pelo Instituto de Desenvolvimento do Potencial Humano - IDPH

terça-feira, 18 de novembro de 2008

CONSCIENCIA NEGRA



Nome: Martin Luther King Jr
Local e ano do nascimento: Atlanta-EUA, 1929
Local e ano do falecimento: Memphis-EUA, 1968

Martin Luther King Jr. era o segundo de três filhos do reverendo Martin e de Alberta Williams King
Em 1948, aos 19 anos, formou-se bacharel em Sociologia na Morehouse College. Continuando seus estudos formou-se em Teologia, em 1951, no Crozer Theological Seminary. Martin Luther King assumiu em 1954, na cidade de Montgomery, a posição de pastor na Igreja Batista. No ano seguinte, doutorou-se em Filosofia na Boston University e liderou um boicote, de duração de 381 dias, contra a segregação racial no ônibus, conseguindo a revogação da proibição através da Corte Suprema.

Com base nos princípios cristãos e em Gandhi, Martin Luther King defendia a ação não-violenta como forma de atingir seus objetivos.
Em 1960, conseguiu a liberdade, para os negros, do uso de bibliotecas, parques e lanchonetes. Em 28 de agosto de 1963 realizou com mais de 200 mil pessoas a famosa "Marcha para Washington", onde proferiu seu mais famoso discurso, "I have a dream", pedindo uma sociedade com igualdade racial. Sua luta pelos direitos civis dos negros teve continuidade com a aprovação da lei que garantia a igualdade racial de direitos (Lei dos Direitos Civis) em 1964 e no ano seguinte com a aprovação da Lei dos Direitos de Voto para os negros.
No início de 1964 foi o primeiro negro a ser considerado o "Homem do Ano" pela revista Time. No mesmo ano foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz, se transformando no mais jovem a conquistá-lo.
Em 1968, foi assassinado por James Earl Ray.


A história está repleta de casos de violações dos direitos humanos. Contra tais injustiças, lutaram homens e mulheres que, em comum, tiveram a disposição de combater destemidamente a desigualdade. Martin Luther King Jr. era uma dessas pessoas. A exemplo do pai da independência da Índia, Mahatma Gandhi, Luther King tornou-se defensor da filosofia da não-violência e liderou, a partir de 1955, uma campanha pacífica pela justiça para o povo negro americano.
A idéia era derrubar os preconceitos que a abolição da escravatura conseguida por Abraham Lincoln em 1863, durante a Guerra Civil Americana, não havia sido capaz de destruir. A liberdade obtida pela nova Constituição não livrou os negros da discriminação, especialmente nos estados do sul dos EUA, onde a divisão racial era amparada pela lei. Naquela época, nenhum negro podia freqüentar um restaurante reservado a brancos ou sentar em lugares reservados a eles. Após a Guerra Civil americana, a situação piorou. Todas as terras eram de propriedade dos brancos e, na prática, embora livre, a população negra manteve-se pobre e perseguida. Seis décadas depois, nascia Martin Luther King (15 de janeiro de 1929, em Atlanta, no estado da Geórgia, cidade do extremo sul dos EUA). O pai era pastor da Igreja Batista Ebenezer. Por isso, Luther King passou a infância memorizando versículos da Bíblia e cantando gospels para a congregação. E, como toda criança negra, cresceu marcado pelo preconceito racial. Ainda assim, freqüentou umas das melhores faculdades da comunidade negra do país, a Morehouse College, onde eram incentivadas as discussões sobre problemas sociais. Lá, por influência do presidente da faculdade, que acreditava que a Igreja teria um papel decisivo a desempenhar na sociedade americana, Martin deixou de lado a idéia de ser médico ou advogado. Assim, aos 17 anos, foi ordenado e tornou-se pastor assistente da igreja de seu pai. Mas não parou de estudar. Dois anos depois, graduou-se em Sociologia na Morehouse College e ingressou no Seminário de Crozer, na Pensilvânia, no norte dos EUA, onde leu trabalhos de famosos teólogos e filósofos, entre eles Henry Thoreau, um abolicionista. Formou-se em Teologia como o melhor aluno de sua classe e, depois, iniciou o doutorado na Universidade de Boston.

O início da luta
Foi nessa época que conheceu Coretta Scott, uma estudante de Música, com quem se casou em 18 de junho de 1953. No ano seguinte, aceitou o convite para pastorear a Igreja Batista da avenida Dexter, em Montgomery, no Alabama, estado situado no Sul, foco dos maiores conflitos raciais do país. Em 1955, já doutor em Teologia (quando passou a ser conhecido como o "reverendo" King), Martin via a comunidade negra totalmente submissa, com medo de lutar contra as injustiças raciais. Os ônibus da cidade eram guiados somente por motoristas brancos, e só os últimos bancos eram permitidos aos negros. No dia 1º- de dezembro de 1955, uma garota negra chamada Rosa Parks embarcou num ônibus e se recusou a dar lugar para um passageiro branco. A prisão de Rosa levou Luther King e seus seguidores a iniciar, no dia 5 de dezembro, um boicote contra os serviços rodoviários de Montgomery. Com a manutenção do boicote por quase um ano, as autoridades racistas usaram uma velha lei antiboicote para acabar com o movimento e prender 89 pessoas, incluindo Martin Luther King. Inspirados pelo sucesso do boicote em Montgomery, outros movimentos começaram a se espalhar, protestando contra a discriminação racial no Sul, e tornaram-se o ponto de partida da cruzada de Luther King, que usava o amor, a oração e o discurso como uma ação direta contra a violência física. No lançamento de seu livro A Caminho da Liberdade, sofreu um atentado durante uma sessão de autógrafos. Uma mulher negra, de meia-idade, com passagens em vários hospitais psiquiátricos, cravou um abridor de cartas em seu peito. Levado às pressas para o hospital, King sofreu uma cirurgia extremamente delicada e sobreviveu. Participou de várias marchas de protesto e, como resultado, aos poucos foi somando conquistas.

Ajudou a acabar com a segregação racial nas escolas, restaurantes, bares e outros locais, e sua ação foi fundamental na decisão do governo dos EUA de tornar prioritária a questão dos direitos civis. Em 28 de agosto de 1963, King reuniu 250 mil pessoas na Marcha sobre Washington. Deixando de lado suas anotações, fez, das escadarias do Lincoln Memorial, aquele que foi tido como o maior discurso do movimento pelos direitos civis: "I had a dream" ("Eu tive um sonho"). Orador apaixonado e persuasivo, considerado por muitos como o melhor dos Estados Unidos, Luther King tornou-se capa da revista Time de 3 de janeiro de 1964, recebendo o título de Homem do Ano de 1963. Os atentados a bomba, as execuções de negros e outros atos de violência continuaram, mas a história tomou um rumo sem volta. No dia 2 de julho de 1964, o presidente americano Lyndon Johnson assinou o Ato dos Direitos Civis e foi à televisão. "Aqueles que antes eram iguais perante Deus serão agora iguais nas seções eleitorais, nas salas de aula, nas fábricas e nos hotéis, nos restaurantes, cinemas e outros lugares que prestem serviços ao público", disse Johnson. Em outubro de 1964, King recebeu o Prêmio Nobel da Paz e iniciou uma nova luta: uma campanha de registro nas juntas eleitorais. Para garantir o direito, o governo federal interveio e presidente Lyndon Johnson assinou, em 1965, a Carta dos Direitos do Voto. Em abril de 1968, em meio a diversas manifestações violentas do movimento Black Power (Poder Negro) em cidades como Chicago, Boston, Los Angeles e Filadélfia, Martin Luther King foi a Memphis para dar apoio a trabalhadores negros que lutavam pela igualdade salarial.

No dia 3 de abril, na véspera do protesto, ele proferiu seu último discurso, profético - "I see the promise land" ("Eu vejo a terra prometida") - na sede da Igreja de Deus em Cristo, a maior denominação pentecostal americana africana dos EUA. No dia 4, à noite, King estava no terraço do hotel, quando foi atingido no pescoço por um tiro disparado do telhado de um prédio vizinho. Gravemente ferido e levado às pressas para o hospital, Martin Luther King, aos 39 anos, morreu uma hora depois. Seu funeral, realizado no dia 8 de abril, foi acompanhado por sua mulher e seus quatro filhos, e assistido pela TV por 120 milhões de americanos. Sobre a sepultura, gravadas na lápide de mármore, as palavras de uma velha canção de escravos: "Free at last, free at last/Thank God Almighty/I´m free at last" ("Finalmente livre, finalmente livre/Obrigado Deus Todo-Poderoso/Finalmente sou livre).

http://groups.msn.com/AfrodescendentesnasIgrejasEvangelicas/senecon.msnw

REFLEXAO DAS PERSEGUIÇOES AOS CRISTAOS


Perseguição judaica

O Novo Testamento informa que os cristãos primitivos sofreram perseguição nas mãos das lideranças judaicas de seu tempo, começando pelo próprio Jesus Cristo.Os primeiros cristãos nasceram e se desenvolveram sob o judaísmo, na medida em que o cristianismo começa como uma seita do judaísmo. As primeiras perseguições judaicas aos cristãos devem ser entendidas, então, como um conflito sectário – judeus perseguindo judeus por causa da heterodoxia. Várias outras seitas judaicas da época, no entanto, como os essênios, foram tão heterodoxas quanto a seita cristã.De acordo com os textos do Novo Testamento, a perseguição aos seguidores de Jesus continuou após a sua morte. Pedro e João foram presos por lideranças judaicas, incluindo o sumo-sacerdote Anás, que os libertou mais tarde (Atos 4.1-21). Numa outra ocasião, todos os apóstolos foram presos pelo sumo-sacerdote e outros saduceus, mas, segundo o relato neotestamentário, teriam sido libertados por um anjo (Atos 5.17,18). Após escaparem, os apóstolos foram novamente pegos pelo Sinédrio, mas, desta vez, Gamaliel – um fariseu bem conhecido da literatura rabínica – convenceu o concílio a libertá-los (Atos 5.27-40).

Perseguição romana

Perseguições narradas no Novo Testamento

De acordo com o Novo Testamento, a crucificação de Jesus foi autorizada por autoridades romanas e executada por soldados romanos. Há também o registro de que Paulo, em suas viagens missionárias, foi várias vezes preso por autoridades romanas. O texto do Novo Testamento não relata o que aconteceu com Paulo, mas a tradição cristã afirma ter sido ele executado em Roma, decapitado e/ou queimado.


A última prece dos mártires cristãos,

de Jean-Léon Gérôme (1883).

Perseguição sob o Império Romano

Perseguição sob Nero, 64-68

Cristãos sendo usados como tochas humanas, na perseguição sob Nero, por Henryk Siemiradzki, Museu Nacional, Cracóvia, Polônia, 1876.

O primeiro caso documentado de perseguição aos cristãos pelo Império Romano relaciona-se a Nero. Em 64, houve um grande incêndio em Roma, destruindo grandes partes da cidade e devastando economicamente a população romana. Nero, cuja sanidade já há muito tempo havia sido posta em questão, era o suspeito de ter intencionalmente ateado fogo. Em seus Annales, Tácito afirma que “para se ver livre do boato, Nero prendeu os culpados e infligiu as mais requintadas torturas em uma classe odiada por suas abominações, chamada cristãos pelo populacho”[1].

Ao associar os cristãos ao terrível incêndio, Nero aumentou ainda mais a suspeita pública já existente e, pode-se dizer, exacerbou as hostilidades contra eles por todo o Império Romano. As formas de execução utilizadas pelos romanos incluíam crucificação e lançamento de cristãos para serem devorados por leões e outras feras selvagens. Os Annales de Tácito informam: “... uma grande multidão foi condenada não apenas pelo crime de incêndio mas por ódio contra a raça humana. E, em suas mortes, eles foram feitos objetos de esporte, pois foram amarrados nos esconderijos de bestas selvagens e feitos em pedaços por cães, ou cravados em cruzes, ou incendiados, e, ao fim do dia, eram queimados para servirem de luz noturna”.[2]

Perseguição até o início do quarto século

Em meados do século II, não era difícil encontrar grupos tentando apedrejar os cristãos, incentivados, muitas vezes, por seitas rivais. A perseguição em Lyon foi precedida por uma turba violenta que pilhava e apedrejava casas cristãs[3]. Luciano de Samósata fala-nos de um elaborado e bem-sucedido embuste perpetrado por um “profeta” de Asclepius, no Ponto, fazendo uso de uma cobra domesticada. Quando os rumores estavam por desmascarar sua fraude, o espirituoso ensaísta nos informa, sarcasticamente:

ele promulgou um edito com o objetivo de assusta-los, dizendo que o Ponto estava cheio de ateus e cristãos que tinham a audácia de pronunciar os mais vis perjúrios sobre ele; a estes, ele os expulsaria com pedras, se quisessem ter seu deus gracioso.[4]

As perseguições estatais seguintes foram inconstantes até o terceiro século, apesar do Apologeticum de Tertuliano (197) ter sido escrito ostensivamente em defesa de cristãos perseguidos e dirigido aos governantes romanos.

A primeira perseguição que envolveu todo o território imperial aconteceu sob o governo de Maximino, apesar do fato de que apenas o clero tenha sido visado. Foi somente sob Décio, em meados do segundo século, que a perseguição generalizada – tanto ao clero quanto aos leigos – tomou lugar em toda a extensão do Império. Gregório de Tours trata deste tema em sua História dos Francos, escrita no final do século VI:

“Sob o imperador Décio, muitas perseguições se levantaram contra o nome de Cristo, e houve tamanha carnificina de fiéis que eles não podiam ser contados. Bábilas, bispo de Antioquia, com seus três filhos pequenos, Urbano, Prilidan e Epolon, e Sisto, bispo de Roma, Laurêncio, um arqui-diácono, e Hipólito tornaram-se perfeitos pelo martírio porque confessaram o nome do Senhor.”[5]

Apesar de confundir as épocas de perseguição (pois menciona, ao mesmo tempo, personagens que foram martirizados sob Maximino, Valeriano e Décio), o testemunho de Gregório mostra o quanto o tema da perseguição marcou o imaginário da Igreja nos primeiros séculos.

A última prece dos mártires cristãos, de Jean-Léon Gérôme (1883).

O clímax da perseguição se deu sob o governo de Diocleciano e Galério, no final do século terceiro e início do quarto. Esta é considerada a maior de todas as perseguições. Iniciando com uma série de quatro editos proibindo certas práticas cristãs e uma ordem de prisão do clero, a perseguição se intensificou até que se ordenasse a todos os cristãos do Império que sacrificassem aos deuses imperiais, sob a pena de execução, caso se recusassem. No entanto, apesar do zelo com que Diocleciano perseguiu os cristãos na parte oriental do Império, seus co-imperadores do lado ocidental não seguiram estritamente seus editos, o que explica que cristãos da Gália, da Espanha e da Britânia praticamente não tenham sido molestados.

A perseguição continuou até que Constantino I chegasse ao poder e, em 313, legalizasse a religião cristã. Entretanto, foi somente com Teodósio I, no final do século quarto, que o cristianismo se tornaria a religião oficial do Império.

Edward Gibbon, em seu Declínio e Queda do Império Romano, estima que o número de mortos nesta última perseguição tenha chegado a mil e quinhentos, “num sacrifício anual de 150 mártires”.

Perseguição fora do Império Romano (até o séc. V)

Entre os persas

Em virtude das hostilidades entre o Império Romano e o Império Sassânida, os cristãos acabaram por ser perseguidos pelos persas a partir do ano 337, por serem tidos como traidores amigos de uma Roma cada vez mais cristianizada. Em 341, Sapor II ordenou o massacre de todos os cristãos na Pérsia.

Entre os godos

Nos séculos terceiro e quarto, missionários cristãos (especialmente Ulfilas) levaram muitos godos à conversão ao cristianismo ariano. Isto provocou uma reação em favor da religião gótica. Assim, o rei gótico Atanarico iniciou uma política de perseguição aos cristãos, levando muitos deles à morte[6].

Fonte :http://pt.wikipedia.org

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

CAMPANHA DE LIBERTACAO NA 5ª FEIRA AS 20:00HS

CAMPANHA DA MULTIPLICAÇÃO
(II Reis 4:7) - Então veio ela, e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto.

Uma das mulheres que houvera sido casada com um dos filhos dos profetas , pois seu marido falecido havia lhe deixado de herança apenas dívidas , a situação era constrangedora pois estava a beira de seus filhos serem levados como escravos pelos credores . A dívida era alta não havia recursos suficientes , pode-se imaginar a humilhação da cobrança, a falta do suprimento necessário em casa , ela não tinha nada aparentemente . A alternativa foi recorrer àquele que era o representante do sobrenatural na terra (o Deus eterno) , resolve então derramar-se diante de Elizeu o profeta da época reivindicando então o direito da promessa de Deus aos escolhidos na qual o próprio salmista diz:"Fui moço e estou velho mas nunca vi um justo mendigar o pão", Diante do lamento da viúva aflita Elizeu pergunta: "o que tens em casa?" , creiamos que ela fez uma retrospectiva rápida e lembrou-se que havia uma botija de azeite , um vaso pequeno que continha nada mais que um litro de azeite , diante da comprovação fisica material , uma substância simbolizando o aspecto físico de um ato de devoção a Deus , pois é fato que Deus naõ precisa de nada para fazer acontecer o milagre mas quer que em meio as dificuldades acreditemos que sempre resta pelo menos um pouquinho de fé que resultará na abundãncia em meio as turbulências da vida , a amizade e bom relacionamento com os vizinhos proporcionou um caminho mais aberto para a multiplicação pois se os vizinhos não tivessem ajudado emprestando as vazilhas não teria como a multiplicação ser efetuada , isto reflete o valor que Deus dá aos bons relacionamentos . O Azeite que era pouco abundou de tal forma que todas as vasilhas foram cheias , quando a mulher vai até Elizeu e reclama: "o azeite parou" !! O profeta responde : "Vai vende , paga tua dívida , e vivei do resto ". Esta história reflete o cristão na sua luta diária e o refúgio ante as dificuldades . Deus está preocupado com a necessidade de cada um , com o suprimento , as dívidas à pagar , a paz no convívio familiar , está querendo sempre escrever uma nova história de vitórias e de milagres . E você?"O que você tem em casa?". Venha participar da campanha: R. Gen . Marcondes Salgado , 420 - Vila Melo - São Vicente -São Paulo - próx ao Extra Hipermercados .